
Governo de SP e Emae investem R$ 24 milhões em melhorias no Rio Pinheiros
Projeto prevê a revitalização de 24 quilômetros das margens do rio, com melhorias de infraestrutura, segurança e recuperação ambiental
Produzimos energia elétrica principalmente a partir de fontes hídricas e ampliamos a diversificação da nossa matriz.
No médio Tietê, barragens e usinas ao longo do rio transformam a força da água em eletricidade. Parte desses ativos opera há quase um século, e hoje recebe modernização e novos projetos de geração. É a combinação de uma operação centenária com investimentos contínuos que mantém a energia hídrica como base de atuação da Emae.
A operação em números
Operamos estruturas que ajudam a controlar os níveis dos rios e reservatórios e a reduzir os impactos das chuvas na região metropolitana de São Paulo.
O Projeto da Serra inverteu o curso do Rio Pinheiros, cuja água é controlada e, quando necessário, bombeada para o Reservatório Billings. Um centro de operação monitora 24 horas por dia os níveis dos rios, as chuvas e as previsões do tempo para orientar essa decisão. O rio se mantém em níveis seguros e a água armazenada segue até Cubatão para gerar energia.
A operação em números
Perguntas frequentes
As comportas são abertas raramente — apenas quando os reservatórios atingem o limite máximo de segurança. Antes de qualquer abertura, a Emae avisa os órgãos públicos responsáveis (Defesa Civil, Sabesp, Cetesb, entre outros) para que a população seja informada com antecedência.
É uma ação preventiva. Quando há previsão de chuvas fortes, o nível do rio é reduzido para criar espaço extra, permitindo absorver grandes volumes de água e evitar o transbordamento do rio.
O Centro de Operação do Sistema (COS) da Emae funciona 24 horas por dia, todos os dias, acompanhando níveis de rios e reservatórios, volume de chuvas e previsões meteorológicas.
Em situações críticas de chuva, as usinas elevatórias São Paulo e Pedreira revertem o fluxo do Rio Pinheiros para o Reservatório Billings. A operação segue regras técnicas definidas pelo Estado de São Paulo e é comunicada em tempo real aos órgãos competentes.
A Emae atua somente no controle dos rios Tietê (entre os municípios de Santana do Parnaíba e Salto) e Pinheiros e dos reservatórios sob sua concessão (não na drenagem das ruas e bairros, que é responsabilidade de outros órgãos e instituições). O trabalho da Emae permite controlar os níveis dos rios, mas não substitui a infraestrutura de drenagem local.
Em situações de risco, o canal oficial é sempre a Defesa Civil do seu município.
Dúvidas frequentes
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