Uma empresa de geração de energia elétrica

Geração de Energia

Produzimos energia elétrica principalmente a partir de fontes hídricas e ampliamos a diversificação da nossa matriz.

No médio Tietê, barragens e usinas ao longo do rio transformam a força da água em eletricidade. Parte desses ativos opera há quase um século, e hoje recebe modernização e novos projetos de geração. É a combinação de uma operação centenária com investimentos contínuos que mantém a energia hídrica como base de atuação da Emae.

A operação em números

5 usinas
(3 hidrelétricas, 1 PCH e 1 fotovoltaica)
960.8 MWh
de capacidade instalada
100 anos
gerando energia
Mapa do estado de São Paulo com cinco marcadores vermelhos de localização.

Gestão Hídrica

Operamos estruturas que ajudam a controlar os níveis dos rios e reservatórios e a reduzir os impactos das chuvas na região metropolitana de São Paulo.

O Projeto da Serra inverteu o curso do Rio Pinheiros, cuja água é controlada e, quando necessário, bombeada para o Reservatório Billings. Um centro de operação monitora 24 horas por dia os níveis dos rios, as chuvas e as previsões do tempo para orientar essa decisão. O rio se mantém em níveis seguros e a água armazenada segue até Cubatão para gerar energia.

A operação em números

19 estruturas de gestão hídrica
10 barragens, 7 reservatórios e 2 usinas elevatórias
24h
De monitoramento e operação do controle de cheias
1,32 bilhão m³
De água armazenada nas nossas represas (Billings e Guarapiranga)

Controle de Cheias

Perguntas frequentes

Em quais situações as comportas são abertas para controlar os níveis dos reservatórios?

As comportas são abertas raramente — apenas quando os reservatórios atingem o limite máximo de segurança. Antes de qualquer abertura, a Emae avisa os órgãos públicos responsáveis (Defesa Civil, Sabesp, Cetesb, entre outros) para que a população seja informada com antecedência.

Por que a Emae às vezes reduz o nível do Rio Pinheiros mesmo sem estar chovendo?

É uma ação preventiva. Quando há previsão de chuvas fortes, o nível do rio é reduzido para criar espaço extra, permitindo absorver grandes volumes de água e evitar o transbordamento do rio.

Quem monitora essas operações e com que frequência?

O Centro de Operação do Sistema (COS) da Emae funciona 24 horas por dia, todos os dias, acompanhando níveis de rios e reservatórios, volume de chuvas e previsões meteorológicas.

Como funciona o bombeamento da água do Rio Pinheiros para o Reservatório Billings?

Em situações críticas de chuva, as usinas elevatórias São Paulo e Pedreira revertem o fluxo do Rio Pinheiros para o Reservatório Billings. A operação segue regras técnicas definidas pelo Estado de São Paulo e é comunicada em tempo real aos órgãos competentes.

Mesmo com o controle de cheias da Emae, minha rua ainda pode alagar?

A Emae atua somente no controle dos rios Tietê (entre os municípios de Santana do Parnaíba e Salto) e Pinheiros e dos reservatórios sob sua concessão (não na drenagem das ruas e bairros, que é responsabilidade de outros órgãos e instituições). O trabalho da Emae permite controlar os níveis dos rios, mas não substitui a infraestrutura de drenagem local.

Em caso de emergência relacionada a enchentes, a quem devo recorrer?

Em situações de risco, o canal oficial é sempre a Defesa Civil do seu município.

Como é feito o controle de nível do Billings?

O Reservatório Billings tem diferentes níveis máximos de água ao longo do ano para garantir a segurança. Nos meses secos, o nível pode ser mais alto, enquanto nos meses chuvosos, ele precisa ser mais baixo para evitar transbordamentos. Essa variação é definida no projeto do reservatório para sempre deixar espaço para armazenar a água da chuva sem ultrapassar o limite permitido.

O principal ponto de descarga do Billings é o turbinamento pela Usina Henry Borden, que tem capacidade de descarregar até 150 metros cúbicos de água por segundo (m3/s). Adicionalmente, é possível descarregar o reservatório por outros dois pontos:

– Barragem Rio das Pedras: vazão máxima de 114m³/s apenas em operação de emergência. Em uma operação normal, a vazão é limitada em 60m³/s, devido à possibilidade de transbordamento na galeria de desvio em Henry Borden.

– Sangradouro Pequeno-Perequê: vazão máxima de 226m³/s e vazão máxima recomendável de 30m³/s, em caso de extrema necessidade, devido à erosão na Serra do Mar e interferência com tubulações da Petrobras e torres de transmissão da CTEEP.

Mapa do estado de São Paulo com marcadores azuis de localização.

Energia Sustentável

Inovação, compromisso ambiental e excelência energética na Emae

Passado e presente juntos, colaborando para construir uma história única! A Emae tem origens em 1899 com a fundação da The São Paulo Railway, Light and Power Company Limited, estabelecida em Toronto, no Canadá, e autorizada a operar no Brasil por decreto presidencial pouco tempo depois.

A primeira hidrelétrica da empresa no Brasil e a maior do país até então, a Usina de Parnaíba foi fundada em 1901 para atender à crescente demanda por energia elétrica. Sem contar na adoção de práticas voltadas para o aproveitamento racional dos recursos hídricos disponíveis. Hoje detentora e operadora de um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista e Médio Tietê, a Emae foi desestatizada em 2024, quando o Governo de São Paulo vendeu sua participação.

Dúvidas frequentes

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Encontre respostas sobre as usinas, os reservatórios, a gestão da água e as atividades da Emae.

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