PCH Pirapora da Emae completa 11 anos de operação 

Empresa investe mais de R$ 4 milhões em projetos de modernização que devem ser concluídos no final de 2026.

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Pirapora, localizada em Pirapora do Bom Jesus (SP), no Rio Tietê, e operada pela Emae, completou no último mês de dezembro 11 anos de operação. Inaugurada em 2014, a usina possui potência instalada de 25 MW, distribuídos em duas unidades geradoras de 12,5 MW, capacidade suficiente para atender cerca de 75 mil residências ou 300 mil pessoas com energia limpa e renovável.

O empreendimento foi concebido para aproveitar, de forma sustentável, uma estrutura hidráulica já existente, com baixo impacto ambiental adicional, ampliando a oferta de energia renovável e reforçando a segurança do fornecimento na região.

Desde o início de sua operação, a PCH Pirapora contribui de forma consistente para o Sistema Interligado Nacional (SIN), fortalecendo a confiabilidade do suprimento de energia e a segurança energética.

“Ao longo destes 11 anos, a PCH Pirapora consolidou-se como um ativo estratégico para a companhia, operando com elevados padrões de segurança, eficiência e responsabilidade socioambiental. Estamos investindo mais de R$ 4 milhões em inovações que irão ampliar o desempenho e a estabilidade dos sistemas”, afirma o Diretor de Operações da Emae, Fernando Fernandes.

Inovação e modernização

Entre os projetos em andamento está o fornecimento e a instalação de um novo sistema de regulação de velocidade e tensão nas unidades geradoras 1 e 2. A iniciativa prevê a substituição de equipamentos obsoletos por tecnologias mais modernas, desenvolvidas para operar em condições críticas e em conformidade com normas técnicas internacionais, resultando em maior estabilidade, confiabilidade e disponibilidade operacional, assim como redução de falhas e facilidade de manutenção.

Outro investimento estratégico é a atualização do sistema de supervisão e controle (SCADA), com a migração da plataforma ActionView para o Elipse Power. O projeto permitirá avanços importantes, como a operação remota da usina, a padronização tecnológica e o reforço da segurança e confiabilidade dos processos. A atualização também garante maior compatibilidade com sistemas modernos, assegurando a continuidade da operação com alto padrão de qualidade. Além disso, o acesso, em tempo real, aos alarmes traz mais agilidade no diagnóstico e na resolução de problemas e reduz os custos com manutenção.

“Com esses investimentos, reforçamos nosso compromisso com a inovação, a excelência operacional e a modernização dos nossos ativos, além de ampliar a oferta de energia limpa, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região e nos preparando para os desafios futuros do setor elétrico brasileiro”, destaca Fernando.

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